sábado, 27 de dezembro de 2014

O nosso Natal

Um Natal passado na nossa casa de campo onde o calor da família contrastava com as temperaturas negativas que se sentiam lá fora. Se os meus avós paternos fossem vivos iam adorar ver como este retiro familiar é estimado pelos meus pais que o têm recuperado com tanto carinho, simplicidade e bom gosto.

A Rafaela esteve imparável durante estes dias. Passou a noite numa ansiedade enorme mas ainda não foi desta que viu o Pai Natal (eu avisei! ele é mesmo rápido!). Antes da meia noite fomos ver o madeiro de Natal e quando chegámos a casa só ouvimos os guizos das renas. Fomos às janelas, subimos e descemos as escadas cinquenta vezes, procurámos por todos os cantos mas o maroto esgueirou-se pela janela que dá para o quintal (ups!).

"Ohhhh Avô! Não acredito! Deixaste a janela aberta! Eu sabia! Não devíamos ter saído de casa! Devíamos ter continuado nos nossos postos para ele não fugir! Ainda não foi desta que o consegui ver! Agora vou ter que esperar para o ano que vem!"

E lá foi ela abrir os presentes (numa excitação enorme!) enquanto dissertava sobre a timidez do Pai Natal. "Para o próximo Natal, quando escrever a carta, vou-lhe pedir para não se voltar a esconder de mim. Gostava tanto de o conhecer! Era um presente fantástico!".

"Pois era Rafaela, mas não me parece que ele vá na conversa. Já viste se todas as crianças o quisessem conhecer? Como é que ele conseguia entregar os presentes todos numa noite? Ia atrasar-se e depois como é que era?"

"Pois... mas eu gostava mesmo de o ver!"

E foi assim a nossa Noite de Natal. Uma noite repleta de magia e inocência. Uma noite cheia de momentos para guardar e recordar.


Tudo decorado a rigor pela minha mãe. O ambiente não podia estar mais querido.




O primeiro Natal na companhia da Amélie que por ali andou atrás das nossas pernas a pedir colo, mimos e petiscos. Está uma mimada de primeira, não se aguenta de querida! Optei por não lhe despir o agasalho, não fosse a bichinha apanhar um resfriado. A pobre não está habituada a estes frios e dei com ela a bater o dente várias vezes. Só no último dia é que perdeu o medo da lareira e percebeu que aquela coisa serve para aquecer ;-)






Dias gelados mas cheios de sol. 
Uma luz fantásticas que convidava às brincadeiras e correrias no quintal. A felicidade mora aqui!



Já lá vai o tempo em que perdia a cabeça com vestidos natalícios que acabavam por servir apenas para a ocasião. Agora estou  mais controlada e prefiro "investir" em coordenados mais práticos que ficam para o dia-a-dia quando conjugados com outras peças. 

Camisola de gola alta C&A 
Saia e botas Zippy
Laço cabelo Sweet Trends



Outros momentos que fui partilhando aqui 


AngelLuzinha

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