quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Sugestão do dia #122

Ora aqui está um livro que vai dar que falar! A editora Pactor acabou de lançar "O Filho Preferido", da autoria das psicólogas Fátima Almeida e Laura Alho onde se pretende discutir a possibilidade de preferência dos pais por um dos seus filhos, bem como outros temas relevantes da parentalidade. A afinidade e algumas características comuns entre filhos e pais podem, por vezes, reforçar a ideia de que existe um favoritismo e fazer crer que um filho é preferido em relação a outro.

"O Filho Preferido" foi escrito para ajudar a compreender e desmistificar a possibilidade desta preferência, bem como as suas consequências no seio familiar. Ao longo do livro, as autoras analisam as relações entre pais e filhos e os motivos por detrás do possível favoritismo. Nesta obra focam também os receios e as expectativas dos  pais em relação à parentalidade, as características dos filhos consoante a ordem de nascimento, a adoção de um filho, a violência entre irmãos e muitos outros temas.

Em suma, “O Filho Preferido” é um livro que abre portas para a discussão do favoritismo mas, acima de tudo, reforça a certeza de que todos os filhos devem ser tratados justamente e amados incondicionalmente, fornecendo dicas e sugestões que os pais podem colocar em prática. Com testemunhos reais de ambas as partes visadas, este livro contém ainda instrumentos de autodiagnóstico sobre traços de personalidade e indicadores de comportamento.

Principais temas abordados no livro: 

- Sonhos e expectativas parentais; 
- Práticas educativas parentais; 
- O filho único; 
- O filho mais velho, o do meio e o mais novo;
- O filho adotado; 
- O filho diferente; 
- A infância roubada – parentificação (a criança desempenha papel de adulto no seio familiar)
- A perda de um filho;
- A violência entre irmãos.


O filho preferido, um dos temas mais sensíveis e controversos do mundo da parentalidade. Será verdade? Como mãe não posso dar uma resposta válida porque só tenho uma filha mas sinto que o amor que tenho pela Rafaela se multiplicaria se tivesse mais. É natural que me identificasse mais com um ou com outro em termos de personalidade mas ocupariam todos o trono do meu coração. 

E vocês? O que pensam sobre este assunto? Opiniões?

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1 comentário:

  1. Quando tive a minha primeira filha tinha "medo" de ter mais filhos porque achava que era impossível sentir um amor assim tão grande por mais alguém, agora que tive a segunda acho que ia amar de igual forma nem que tivesse 20 filhos! O amor de mãe não se divide, multiplica-se!

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