quinta-feira, 31 de agosto de 2017

De volta à nossa casa de campo


Os primeiros dois dias foram passados em Portalegre e no terceiro rumámos à casa de campo que herdámos dos meus avós paternos. A tal que tem sido restaurada pelos meus pais com um bom gosto e um carinho incrível. Aliás, só já falta fazer obras no quintal que é gigante (quem nos dera ter um espaço exterior assim em Lisboa!) e continua bastante selvagem. Continua selvagem mas é nele que reside o maior encanto deste refúgio de família onde as oliveiras e as figueiras se cruzam com as ervas daninhas e uma série de vasos cheios de suculentas e outras plantas. 

E a Rafaela? Durante o dia chapinha nas profundezas da melhor "piscina" do mundo, passa pelas brasas enroscada à Amélie, ajuda a avó a apanhar figos e ameixas e arranca ervas daninhas. Ao final da tarde rega o quintal, vai à horta apanhar pimentos e visitar as primas velhinhas que têm gatos, galinhas, ovelhas e coelhos (estão a imaginar a felicidade, não estão?). Pelo caminho ainda mima o Macaco, o cão que guarda o rebanho e anda por ali feito doido (aliás, o primo até diz que o bicharoco tem mais vocação para a paródia do que para guardar ovelhas... daí o nome!).



Estas duas 









Biquíni Decathlon
Toalha de praia Zippy
Óculos de Sol Polaroid
Top Lidl




Quando a raposa mais querida vira cão de guarda!
Que ninguém se atreva a mexer nos figos que a "mana" colheu :)




O cheiro dos legumes e da fruta acabada de colher (priceless!)









Tenho poucas fotos minhas porque passo a vida do outro lado da câmera mas esta foi tirada pela Rafaela (que me apanhou mesmo a jeito!) e resume na perfeição o meu estado de espírito. Alma revigorada e saudade saciada. Tudo a postos para abraçar a temporada que se segue. Setembro é um mês de recomeços e de muito trabalho. Agora vai ser non stop até dezembro. De qualquer forma, o adeus é sempre muuuuito difícil porque sou viciada no sossego e nesta liberdade tão mas tão boa. 

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